domingo, 29 de abril de 2012

Pedras para muitas jogatanas ;)

Uma boa ideia para o Verão que se avizinha!

Fósseis

Com massa branca ( ou massa de sal que se pode fazer em casa quase a custo 0) faça pequenas bolas. A criança deve calcar um dos seus pequenos animais de plástico na massa e retirar. A silhueta do animal ficará marcada na massa fazendo assim um fóssil. Uma alternativa engraçada é que seja o pai/mãe a calcar os animais na massa sem a criança ver, depois da massa secar dê á criança para que encontre os animais (escondidos pela casa) de cada um dos fosseis. A criança vai sentir-se uma autêntica caçadora de dinossauros

terça-feira, 24 de abril de 2012

Passatempo Gingubas e Pais criativos

Os GINGUBAS são bonecos únicos, feitos á mão! Para celebrar uma data muito especial vamos oferecer a oportunidade de alguem ganhar um destes dois bonecos com 55cm! ( o vencedor pode escolher)para isso basta ser seguidor do blog dos pais criativos www.paiscriativos.blogspot.com e do blog dos Gingubas www.gingubas.blogspot.com. e fazer um Like na nossa´página do facebook : http://www.facebook.com/#!/pages/Pais-criativos-filhos-felizes/200279183349519 Deixe um comentário neste post mostrando o quanto gostaria de receber um destes bonecos. Os comentários serão numerados e no dia 14 o Martim tirará um numero á sorte! :) O resultado será comunicado no blog e na página dos pais criativos no facebook! Boa sorte a todos!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Educação para o amor

A actual educação estraga as crianças - Eduardo Sá Foi assim que iniciou a sua palestra no Colégio de Nossa Senhora do Alto, em Faro, uma iniciativa promovida em colaboração por aquela instituição e pelo Centro de Formação Ria Formosa sobre o "Envolvimento Parental na Escola". Perante um auditório com cerca de 280 pessoas, o conferencista afirmou que "a estrutura tecnocrática, em que se transformou a educação, faz mal" e criticou o "furor da formação técnica e científica" que levou ao esquecimento de que "o melhor do mundo não é a escola mas as pessoas e, em particular, as relações familiares". Lamentando a ausência de uma lei de bases para a família e para a criança, Eduardo Sá lembrou que "há aspetos muito mais importantes do que a escola na vida das crianças", como a família. "Estamos a criar uma mole de licenciados e de mestres aos 23 anos que esperamos que sejam ídolos antes dos 30 e o fundamental não é isso", lastimou, lembrando que "estamos a exigir aos nossos filhos que sejam iguais a nós: que ponham o trabalho à frente de tudo o resto", esquecendo-nos de brincar com eles. O conferencista considerou que "criámos uma ideia absurda de desenvolvimento" e lembrou que "a vida não acaba aos 17 anos com a entrada no ensino superior". "Só os alunos que tiveram pelo menos uma negativa no seu percurso educativo é que deviam entrar no ensino superior porque estamos a criar uma geração de pessoas imunodeprimidas", defendeu, sustentando que "errar é aprender". Eduardo Sá disse achar "uma estupidez" crermos que tecnocratas sejam "sempre mais inteligentes porque dominam a estatística", "inacreditável" que "o mundo, hoje, privilegie o número à palavra" e um "escândalo" que, "nesta sociedade do conhecimento, não perguntemos até que ponto é que mais conhecimento representou mais humanidade". "Este mundo está felizmente a morrer de morte natural. O futuro vão voltar a ser as pessoas", congratulou-se, considerando a atual crise uma "oportunidade fantástica que temos a sorte de estar a viver". "Esta crise representa o fim de um ciclo que aplaudo de pé. Este furor positivista está felizmente a morrer", complementou, considerando que "o custo do positivismo foi a burocracia e a tecnocracia"."Acho ótimo que possamos reabilitar algumas noções que parecem ferir os tecnocratas e que são preciosas para a natureza humana. Acho inacreditável que, depois do positivismo, a fé tenha passado de moda porque a fé é uma experiência de comunhão entre as pessoas", acrescentou. Eduardo Sá defendeu que as "educações tecnológicas" possam dar lugar à "educação para o amor" como "a questão mais importante das nossas vidas". "Acho fundamental que tenhamos a coragem, a ousadia e a verticalidade de dizer que a maior parte das pessoas se sente mal-amada e acho fundamental explicar aos nossos filhos que é mentira que acertemos no amor à primeira e que é notável aquilo que se passa dentro do nosso coração", afirmou. Neste sentido afirmou que "devia ser proibido dizermos aos nossos filhos que se deve casar para sempre". "Sempre que namoramos mais um bocadinho, casamo-nos mais um pouco e sempre que deixamos de namorar, divorciamo-nos em suaves prestações", concretizou a provocação, considerando o casamento tão sagrado como frágil. "É uma experiência sagrada porque duas pessoas que decidem comungar-se é uma experiência tão preciosa que é sagrada, mas é frágil porque, às vezes, os pais estão tão preocupados com a educação dos filhos que se esquecem de namorar todos os dias", lamentou, lembrando que "pais mal-amados tornam-se piores pais". "É fundamental que a relação amorosa dos pais esteja em primeiro lugar, antes da relação dos pais com as crianças", sustentou. Eduardo Sá defendeu que "as crianças devem sair o mais tarde possível de casa" e jardins de infância "tendencialmente gratuitos para todos". "Não se compreende como é que a educação infantil e o ensino obrigatório não são a mesma coisa", criticou, lamentando que os governantes, "nomeadamente a propósito da crise da natalidade", não perguntem: "quanto é que uma família da classe média (se é que isso ainda existe em Portugal) precisa de ganhar para ter dois ou três filhos num jardim de infância". O psicólogo defendeu ainda jardins de infância onde as crianças "brinquem e ouçam e contem histórias", tenham educação física, educação musical e educação visual. "O ensino básico não é muito importante senão para que, para além de tudo isto, as crianças tenham português e matemática", disse, considerando ser "mentira que as crianças não tenham competências para a aprendizagem da matemática". "É ótimo brincar com a matemática mas a matemática sem o português torna-nos estúpidos. Não consigo entender que este país não acarinhe a língua materna", criticou. Eduardo Sá disse ainda não achar que "mais escola seja melhor escola", criticando os blocos de aulas de 90 minutos porque aulas expositivas daquela duração são "amigas dos défices de atenção". "Acho um escândalo que as crianças comecem a trabalhar às 8h, terminem às 20h e que tenham, entre blocos de 90 minutos, 10 minutos de intervalo. Quanto mais as crianças puderem brincar, mais sucesso escolar têm", defendeu, acrescentando que "os pais estão autorizados a ser vaidosos com os filhos mas proibidos de querer a criar jovens tecnocratas de fraldas". "Devia ser proibido que as crianças saíssem do jardim de infância a saber ler e escrever", advertiu. A terminar, defendeu ser possível "ter sucesso escolar" e "gostar da escola". "Tenho esperança que um dia as crianças queiram fugir para a escola", concluiu.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amigo Ikea

Ainda estou no rescaldo da mudança de casa á um mês. Tanta coisa para arrumar, para guardar, para dar e um ninho inteiro para decorar e tornar nosso. Este fim de semana vou dedicar-me em exclusivo ao quarto do Martim. Temos uma comoda branca, e vou adicionar a um dos lados estas pequenas prateleiras do IKEA para arrumar livros. Adorei a ideia e é tão facil e barato! Gosto mesmo do IKEA :) Um fim de semana cheio de bons momentos para todos! quas

Bonito.

domingo, 15 de abril de 2012

Pintura corporal

Deixe as crianças divertirem-se a explorar o corpo e as tintas.
O resultado é uma grande sujeira mas que se limpa com um simples duche e o que fica é um sorriso gigante na cara dos seus filhos!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mini-dino

Feltro, casaco com capuz e máquina de costura!
Está pronto o casaco mais divertido de sempre :)

Bom fim de semana!

O que não levar nas férias...

O Martim foi de férias 15 dias com os avós. Quando cheguei a casa dos meus pais para o deixar a minha mãe perguntou: -"Só uma m...